segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

5 Livros a Ler em 2014

À semelhança do que já tinha publicado a propósito dos autores cuja obra quero descobrir em 2014, decidi também destacar os 5 livros que gostaria de ler este ano. Alguns deles têm estado na minha wishlist já há algum tempo mas, por uma razão ou por outra, acabaram por nunca ser adquiridos. No entanto, irei também indicar alguns livros que são mais recentes e que são, essencialmente, livros que conheci através da comunidade Booktube e que me pareceram bastante interessantes.

Rebecca de Daphne du Maurier



Livro que já mencionei algumas vezes aqui no blog e que quero mesmo muito ler. Para além disso, o facto de a adaptação cinematográfica ser de Hicthcock também tem contribuído para o crescimento do meu interesse nesta história.

Publicado em 1938, Rebecca é talvez o romance por que Daphne du Maurier é hoje mais lembrada. Ao lê-lo entramos numa atmosfera onírica, sombria, alimentada por segredos que os códigos sociais obrigam a permanecer ocultos e que se concentram na misteriosa mansão Manderley. É para esta mansão que a narradora, uma jovem humilde, vai viver com o viúvo Maxim de Winter, ao aceitar o seu pedido de casamento. Mas então descobre que a memória da falecida esposa, Rebecca, se encontra ainda viva e que esta era tudo o que ela nunca será. À medida que o enredo se desenvolve, ela terá de redefinir a sua identidade num cenário em que os sonhos ameaçam tornar-se pesadelos… 

Fahrenheit 451de Ray Bradbury 



Clássico distopiano que já há bastante tempo quero ler. Depois de ter lido 1984 de George Orwell e Brave New World de Aldous Huxley, este parece-me o complemento perfeito à minha lista de clássicos dentro deste estilo.

O sistema era simples. Toda a gente compreendia. Os livros deviam ser queimados, juntamente com as casas onde estavam escondidos... Guy Montag era um bombeiro cuja tarefa consistia em atear fogos, e gostava do seu trabalho. Era bombeiro há dez anos e nunca questionara o prazer das corridas à meia-noite nem a alegria de ver páginas consumidas pelas chamas... Nunca questionara nada até conhecer uma rapariga de dezassete anos que lhe falou de um passado em que as pessoas não tinham medo. E depois conheceu um professor que lhe falou de um futuro em que as pessoas podiam pensar. E Guy Montag apercebeu-se subitamente daquilo que tinha de fazer... De implicações assustadoras, a forma como reconhecemos o nosso mundo naquele que é retratado em Fahrenheit 451 é impressionante.  

Ready Player One de Ernest Cline 



Este é daqueles livros que tem sido muito badalado pela comunidade Booktube e que me deixou bastante curiosa. Não me considero uma geek, por isso não sei se vibrarei muito com as referências culturais, mas o mundo em si parece-me bastante interessante.

It's the year 2044, and the real world is an ugly place.

Like most of humanity, Wade Watts escapes his grim surroundings by spending his waking hours jacked into the OASIS, a sprawling virtual utopia that lets you be anything you want to be, a place where you can live and play and fall in love on any of ten thousand planets.

And like most of humanity, Wade dreams of being the one to discover the ultimate lottery ticket that lies concealed within this virtual world. For somewhere inside this giant networked playground, OASIS creator James Halliday has hidden a series of fiendish puzzles that will yield massive fortune--and remarkable power--to whoever can unlock them.

For years, millions have struggled fruitlessly to attain this prize, knowing only that Halliday's riddles are based in the pop culture he loved--that of the late twentieth century. And for years, millions have found in this quest another means of escape, retreating into happy, obsessive study of Halliday's icons. Like many of his contemporaries, Wade is as comfortable debating the finer points of John Hughes's oeuvre, playing Pac-Man, or reciting Devo lyrics as he is scrounging power to run his OASIS rig.

And then Wade stumbles upon the first puzzle.

Suddenly the whole world is watching, and thousands of competitors join the hunt--among them certain powerful players who are willing to commit very real murder to beat Wade to this prize. Now the only way for Wade to survive and preserve everything he knows is to win. But to do so, he may have to leave behind his oh-so-perfect virtual existence and face up to life--and love--in the real world he's always been so desperate to escape.

A world at stake.
A quest for the ultimate prize.
Are you ready?
It's the year 2044, and the real world is an ugly place.

Like most of humanity, Wade Watts escapes his grim surroundings by spending his waking hours jacked into the OASIS, a sprawling virtual utopia that lets you be anything you want to be, a place where you can live and play and fall in love on any of ten thousand planets.

And like most of humanity, Wade dreams of being the one to discover the ultimate lottery ticket that lies concealed within this virtual world. For somewhere inside this giant networked playground, OASIS creator James Halliday has hidden a series of fiendish puzzles that will yield massive fortune--and remarkable power--to whoever can unlock them.

For years, millions have struggled fruitlessly to attain this prize, knowing only that Halliday's riddles are based in the pop culture he loved--that of the late twentieth century. And for years, millions have found in this quest another means of escape, retreating into happy, obsessive study of Halliday's icons. Like many of his contemporaries, Wade is as comfortable debating the finer points of John Hughes's oeuvre, playing Pac-Man, or reciting Devo lyrics as he is scrounging power to run his OASIS rig.

And then Wade stumbles upon the first puzzle.

Suddenly the whole world is watching, and thousands of competitors join the hunt--among them certain powerful players who are willing to commit very real murder to beat Wade to this prize. Now the only way for Wade to survive and preserve everything he knows is to win. But to do so, he may have to leave behind his oh-so-perfect virtual existence and face up to life--and love--in the real world he's always been so desperate to escape.

A world at stake.
A quest for the ultimate prize.
Are you ready?
 

Unwind de Neal Shusterman


Outro dos livros que conheci através do Youtube e que parece ser o início bastante prometedor de uma série com elementos que, até agora, ainda não encontrei em mais nenhum livro.

Connor, Risa, and Lev are running for their lives.

The Second Civil War was fought over reproductive rights. The chilling resolution: Life is inviolable from the moment of conception until age thirteen. Between the ages of thirteen and eighteen, however, parents can have their child "unwound," whereby all of the child's organs are transplanted into different donors, so life doesn't technically end. Connor is too difficult for his parents to control. Risa, a ward of the state is not enough to be kept alive. And Lev is a tithe, a child conceived and raised to be unwound. Together, they may have a chance to escape and to survive.
 
 

V for Vendetta de Alan Moore


Vi o filme na altura em que saiu e fiquei completamente rendida à sua história. Desde então tenho adiado a compra deste livro pelo simples facto de já conhecer a história, mas a verdade é que quero mesmo muito ler esta graphic novel e compará-la com a adaptação cinematográfica protagonizada por Natalie Portman.


A powerful story about loss of freedom and individuality, V FOR VENDETTA takes place in a totalitarian England following a devastating war that changed the face of the planet.

In a world without political freedom, personal freedom and precious little faith in anything comes a mysterious man in a white porcelain mask who fights political oppressors through terrorism and seemingly absurd acts. It's a gripping tale of the blurred lines between ideological good and evil.

This new trade paperbackedition features the improved production values and coloring from the 2005 hardcover.
 
 

Já tiveram a oportunidade de ler alguns destes livros?

Até ao próximo post e boas leituras :)  

domingo, 26 de janeiro de 2014

Maratonas Literárias: Viagens (In)Esperadas (1)

Às 00h00 do dia 27 de janeiro terá início mais uma maratona literária promovida pelas meninas dos blogs Sonhar de Olhos Abertos e Por Detrás das Palavras. A maratona terminará às 23h59 do dia 31 de janeiro e desta vez o objetivo é ler livros de autores que não conhecemos e apenas as páginas desses livros serão contabilizadas.



Para mim esta é uma oportunidade excelente para ler alguns dos livros que tenho na minha estante e que foram escritos por autores cujo trabalho desconheço. Tendo em conta que temos 5 dias de maratona, vou apenas apontar 2 livros e são eles Os Mágicos de Lev Grossman e El Ruido de las Cosas al Caer de Juan Gabriel Vásquez. Desta forma estarei também a contribuir para alguns dos desafios literários a que aderi este ano :)



E vocês também vão participar?

Até ao próximo post e boas leituras :)

A Rapariga Que Sonhava Com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo de Stieg Larsson

Sinopse

Depois de uma longa estada no estrangeiro, Lisbeth Salander regressa à Suécia e instala-se luxuosamente numa zona nobre da cidade. Mikael Blomkvist, que tentara contactá-la durante meses, sem sucesso, desiste e concentra-se no trabalho. À Millennium chega material para uma notícia explosiva: o jornalista Dag Svensson e a sua companheira Mia Johansson entregam na editora dois documentos que provam o envolvimento de personalidades importantes numa rede de tráfico de mulheres para exploração sexual. Quando Dag e Mia são brutalmente assassinados, todos os indícios recolhidos no local do crime apontam um suspeito: Lisbeth Salander, e a polícia move-lhe uma implacável perseguição. Lisbeth Salander, que está disposta a romper de vez com o passado e a punir aqueles que a prejudicaram, tem agora de provar a sua inocência e só uma pessoa parece disposta a ajudá-la: Mikael Blomkvist que, apesar de todas as evidências, se recusa a acreditar na sua culpabilidade.

A Minha Opinião

Foi com um grande entusiasmo que comecei a ler este livro. Depois de ter lido Os Homens que Odeiam as Mulheres fiquei completamente rendida ao estilo de Stieg Larsson e à personagem de Lisbeth Salander e por isso, não havia como não continuar com esta trilogia.

Contrariamente ao que tem sido apontado por muitos como a parte menos interessante do livro, eu gostei do início da história. Não pensava que Lisbeth desse um corte tão radical na sua relação com Mikael mas, verdade seja dita, tendo em conta a sua forma de ser, também não posso dizer que tenha sido totalmente surpreendente. Achei interessante "vê-la" num contexto completamente diferente daquele que tinha sido criado no primeiro volume da trilogia e também à sua adaptação a um novo estilo de vida, que apesar de simples, não deixava de marcar uma evolução. Lisbeth tinha finalmente a possibilidade de viver de forma despreocupada - pelo menos a nível financeiro - e cuidar daqueles que, para si, eram as pessoas mais importantes da sua vida. Aliás, uma das coisas que mais gostei neste livro foi precisamente o facto de ficarmos a conhecer melhor Lisbeth e o seu passado, mas também por acompanharmos mais de perto o seu crescimento.

Apesar de ter gostado bastante a história e da sua progressão, penso que tinha algumas falhas. Sim, uma temática polémica, um enredo algo intrincado mas bastante cativante e surpreendentes reviravoltas até ao último momento são, em teoria, elementos para criar um grande livro. No entanto, não pude deixar de reparar que a história estava algo desequilibrada, fosse pela atenção dedicada a certos aspetos, fosse pelo destaque atribuído às diferentes personagens. Apesar de a investigação policial ter assumido, durante vários capítulos, um grande destaque, rapidamente passou para segundo plano, chegando-se a um ponto em que quase não havia referências a Bublanski e a Modig. Para além disso, também fiquei com a sensação que a história se perdeu um pouco com personagens menos relevantes e que Lisbeth e Mikael - supostamente as personagens principais - ficaram para trás, algo que, na minha opinião, comprometeu o interesse da história em alguns momentos.

Uma última nota deve ser feita em relação aos vilões deste livro. As revelações em relação a Zala foram, sem dúvida, um dos pontos altos! Já o colosso que era Niedermann impressionava pela sua incrível força e resistência mas, muito sinceramente, penso que acabou por contribuir pouco para história. Não posso dizer que fosse essencial para o seu desenvolvimento, apesar de ter proporcionado momentos de algum interesse. Quanto aos restantes membros do restrito grupo que sabia da existência de Zala, mais uma vez, ajudaram para perceber alguns aspectos relevantes para a progressão da história, mas a sua importância acabou também por ser menor do que aquela que inicialmente esperava.

No geral, e apesar de ter gostado bastante do livro, penso que estas pequenas falhas acabaram por comprometer o ritmo da narrativa e evidenciar os altos e baixos da história. No entanto, e tal como disse anteriormente, o desenvolvimento de Lisbeth é fantástico e apesar de a sua interação com Mikael não ser a mesma que a que vimos em Os Homens que Odeiam as Mulheres, gostei bastante da sua troca de mensagens e, especialmente, da determinação dele em provar a inocência da sua amiga.

Classificação: 4 em 5 estrelas.

Boas leituras e até ao próximo post :)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

#Friday Reads (21)

A semana tem sido mais atarefada do que esperava e por isso as minhas leituras ficaram um pouco para trás. Para este fim de semana o plano é acabar A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo de Stieg Larsson. Vou neste momento na página 494 e faltam-me pouco mais de 100 páginas para terminar este segundo volume da trilogia Millenium. 

Até agora posso dizer que, apesar de estar a gostar bastante do livro, há algumas coisas que não me estão a agradar muito, nomeadamente as quebras no ritmo da história e o facto de, por vezes, não parecer muito equilibrado - refiro-me, essencialmente, às diferentes perspetivas e à relevância que é atribuída a cada uma das personagens.

Depois de terminar este livro ainda não sei se pego de imediato no terceiro, ou se leio outra coisa para não ser tudo tão seguido.

Boas leituras e até ao próximo post :)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Death Note de Tsugumi Ohba

Sinopse

Light Yagami is an ace student with great prospects - and he's bored out of his mind. But all that changes when he finds the Death Note, a notebook dropped by a rogue Shinigami death god. Any human whose name is written in the notebook dies, and now Light has vowed to use the power of the Death Note to rid the world of evil. But when criminals begin dropping dead, the authorities send the legendary detective L to track down the killer. With L hot on his heels, will Light lose sight of his noble goal...or his life?

A Minha Opinião

Já anteriormente tinha feito pequenas reviews de alguns dos volumes desta série (poderão lê-las aqui e aqui), mas agora que terminei esta saga, achei que seria preferível juntar todas as minhas impressões num único post.

Esta foi a primeira série de manga que li desde o princípio até ao fim. Já tinha experimentado outras sagas, mas nenhuma me tinha despertado o mesmo interesse que Death Note. 

Desde logo saliento o facto de ter personagens como Light e L, rapazes incrivelmente inteligentes, intrigantes e algo complexos. Em certa medida são muito semelhantes, daí que consigam acompanhar os raciocínios um do outro sem grande dificuldade, mas por outro também acabam por ser totalmente diferentes. Light tem um particular sentido de justiça e a ambição de criar um mundo perfeito, livre de criminosos e de comportamentos indevidos, são influenciam a forma como utiliza os poderes do Death Note. Já L acaba por ser uma personagem marcante pelas suas peculiaridades e pelo seu comportamento invulgar. A dinâmica entre estas duas personagens foi, sem dúvida, um dos elementos de destaque desta série, especialmente pela forma como tentavam antecipar o que outro iria fazer ou reagir.

Também gostei do facto de esta saga ir para além do puro entretenimento e de, na realidade, me ter feito pensar. Penso que é uma história que acaba por suscitar questões interessantes, nomeadamente pelo comportamento de Light, pela forma como ele encara os poderes do Death Note e como tal influencia o seu crescimento enquanto personagem. Creio que essa vertente acabou por contribuir para a complexidade da história e para que se tornasse tão viciante.

Quanto à série no seu todo, penso que os 7 primeiros volumes são, claramente, os melhores, tendo notado um certo declínio na qualidade e no interesse da história nos volumes que se seguiram. Penso que a introdução de novas personagens numa fase tão tardia acabou por não resultar. Não me senti particularmente fascinada por Near ou por Mello - na realidade, achei-os um pouco irritantes - e a criação de um triângulo amoroso entre Light, Amane e Takada pareceu-me um pouco despropositado. Muito sinceramente, acho que a historia recuou um pouco entre os volumes 8-10, parecendo, inclusivamente, que estavamos a voltar à premissa dos primeiros livros da saga. A história parecia já demasiado circular, algo que também se poderia dizer quanto às trocas de ideias entre Near e Light.
No geral, dou a esta saga estrelas. Tal como referi, os últimos volumes acabaram por prejudicar a história, apesar de o final me ter parecido adequado, tendo em conta a forma como as coisas progrediram. Apesar do tema da série não ser particularmente leve, havia alguns momentos com um certo humor e personagens engraçadas, nomedamente Amane e Ryuk. 

Esta é, sem dúdiva, uma saga que recomendo mesmo a quem não é particularmente fã de mangas, porque a história é realmente bastante boa e, no geral, está bem desenvolvida.

Até ao próximo post e boas leituras :)


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

As Minhas Músicas (3)

Hoje trago-vos uma música que não é recente mas que é uma daquelas a que acabo por voltar com alguma regularidade.



É da Janelle Monáe e chama-se Cold War, retirada do seu primeiro álbum The ArchAndroid. Adoro o trabalho desta cantora e este seu álbum é, sem dúvida, um dos meus preferidos. Acho que a criatividade de Janelle Monáe é simplesmente fantástica. Conseguiu criar um álbum que, desde o início, me deu a sensação de que não era simplesmente um CD de música, mas uma verdadeira banda sonora de uma história que apenas poderia ser fantástica. Para meu espanto, e depois de me ter deliciado durante pouco mais de 1 hora com o seu álbum, descobri que, efetivamente, a cantora o tinha criado com base numa história por si inventada (estilo fição científica, muito futurista). Achei que isto demonstrava o grande talento de Monáe, pois conseguiu dar precisamente essa sensação a alguém que não sabe, de antemão, que há uma história por trás de todas aquelas músicas. Para quem não conhece The ArchAndroid aconselho a dar um saltinho pelo Youtube e a explorar um pouco mais este CD.


Até ao próximo post e boas leituras :)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

5 Autores a Conhecer em 2014

Há autores cujas obras me despertam alguma curiosidade já há algum tempo mas que, por uma razão ou por outra, acabam por ser postos de lado. Não é que não tenha vontade de pegar nos seus livros, mas às vezes acabam por se sobrepor outras leituras e esses acabavam por ficar para trás.

Este ano decidi que teria de, pelo menos, de estes 5 autores.

Patrick Ness

Autor que já referi algumas vezes aqui no blog (eu sei, repetitiva!) mas é realmente um autor cuja obra me desperta bastante curiosidade, não pela Chaos Walking Trilogy, mas também por A Monster Calls e, mais recentemente, More Than This.




Neil Gaiman

Um autor cuja obra me tinha passado completamente despercebida até agora mas que, aparentemente, não só tem já bastantes coisas publicadas, como estas são ainda bastante variadas. Para além disso, parece ser um autor bastante elogiado; todas as reviews que leio dos seus livros são bastante positivas.



John Green
 
Autor que parece deslumbrar os mais jovens - especialmente entre os 16 e os 24 anos - e que era uma perfeito desconhecido para mim até há cerca de um ano. Também é um autor bastante elogiado, apesar de algumas obras já terem sido criticadas por apelarem demasiado à lágrima.


Khaled Hosseini
 
Apesar de já há algum tempo ter os livros deste autor na minha wishlist, até agora ainda não tive a oportunidade de os ler. Gostaria de começar por The Kite Runner e depois então - e caso goste do seu estilo - continuar a explorar as suas restantes obras.
 
 


Daphne du Maurier

Este é aquele que até tenho alguma vergonha em admitir. Nunca li nada desta autora apesar de sempre ter tido imensa curiosidade em relação a Rebecca. Por isso, deste ano não poderá passar! Ainda para mais quando toda a gente elogia o estilo da autora e se rende às suas histórias.

  (gosto bastante desta coleção!)

Já leram livros escritos por algum destes autores? O que é que acharam?

Até ao próximo post e boas leituras :)