quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Maratona Literária Viagens (In)Esperadas: Desafio 2

O segundo desafio da maratona literária Viagens (In)Esperadas consistia em apresentar o autor do que livro que estamos a ler.

Lev Grossman

Nascido em 1969 e filho de dois professores de Inglês, Lev Grossman completou os seus estudos de literatura, mas rapidamente se apercebeu de que a sua verdadeira paixão era escrever.

Publicou Warp em 1997, mas é em 2004 que publica o seu primeiro best-seller, Codex (em português, O Códice Secreto). Em 2009 publica The Magicians (Os Mágicos, livro que estou neste momento a ler) que entrou no top do New York Times e foi considerado como um dos melhores livros de 2009. 

Para além disso, desde 1997 que o autor escreve para algumas publicações de renome, nomeadamente para a revista Time, tendo-se tornadp num crítico bastante respeitado.


Até ao próximo post e boas leituras :)


As Minhas Músicas (4)

Apesar de não ser grande fã de Beyoncé, este novo trabalho desperta-me algum interesse. A cantora parece ter assumido um rumo algo distinto daquele a que nos tinha habituado até agora -o que, na minha opinião, foi uma mudança bem vinda - e, pela primeira vez, fiquei entusiasmada com as suas músicas. Outros ritmos, outro tipo de letras e de mensagens pontuam este novo trabalho e daí destaco XO, uma música que já passa nas rádios e que me tem acompanhado durante as últimas semanas.


Espero que gostem e até ao próximo post :)

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Maratona Literária: Viagens (In)Esperadas Desafio 1




O primeiro desafio da maratona literária Viagens (In)Esperadas consistia em abrir numa página à sorte do livro que estamos a ler neste momento e escrever a primeira frase e esta foi a que eu encontrei, ao acaso, na página 228 do livro Os Mágicos de Lev Grossman.

Quentin tentou gostar dele porque toda a gente gostava e seria mais simples, mas o homem era sério de mais; não era estúpido, mas não tinha sentido de humor - as piadas passavam-lhe ao lado, fazendo com que a conversa parasse para que alguém, geralmente Janet, lhe explicasse por que razão estavam todos a rir, e então ele juntava as espessas sombrancelhas, consternado com os estranhos hábitos humanos dos seus companheiros.

Boas leituras e até ao próximo post ;)

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

5 Livros a Ler em 2014

À semelhança do que já tinha publicado a propósito dos autores cuja obra quero descobrir em 2014, decidi também destacar os 5 livros que gostaria de ler este ano. Alguns deles têm estado na minha wishlist já há algum tempo mas, por uma razão ou por outra, acabaram por nunca ser adquiridos. No entanto, irei também indicar alguns livros que são mais recentes e que são, essencialmente, livros que conheci através da comunidade Booktube e que me pareceram bastante interessantes.

Rebecca de Daphne du Maurier



Livro que já mencionei algumas vezes aqui no blog e que quero mesmo muito ler. Para além disso, o facto de a adaptação cinematográfica ser de Hicthcock também tem contribuído para o crescimento do meu interesse nesta história.

Publicado em 1938, Rebecca é talvez o romance por que Daphne du Maurier é hoje mais lembrada. Ao lê-lo entramos numa atmosfera onírica, sombria, alimentada por segredos que os códigos sociais obrigam a permanecer ocultos e que se concentram na misteriosa mansão Manderley. É para esta mansão que a narradora, uma jovem humilde, vai viver com o viúvo Maxim de Winter, ao aceitar o seu pedido de casamento. Mas então descobre que a memória da falecida esposa, Rebecca, se encontra ainda viva e que esta era tudo o que ela nunca será. À medida que o enredo se desenvolve, ela terá de redefinir a sua identidade num cenário em que os sonhos ameaçam tornar-se pesadelos… 

Fahrenheit 451de Ray Bradbury 



Clássico distopiano que já há bastante tempo quero ler. Depois de ter lido 1984 de George Orwell e Brave New World de Aldous Huxley, este parece-me o complemento perfeito à minha lista de clássicos dentro deste estilo.

O sistema era simples. Toda a gente compreendia. Os livros deviam ser queimados, juntamente com as casas onde estavam escondidos... Guy Montag era um bombeiro cuja tarefa consistia em atear fogos, e gostava do seu trabalho. Era bombeiro há dez anos e nunca questionara o prazer das corridas à meia-noite nem a alegria de ver páginas consumidas pelas chamas... Nunca questionara nada até conhecer uma rapariga de dezassete anos que lhe falou de um passado em que as pessoas não tinham medo. E depois conheceu um professor que lhe falou de um futuro em que as pessoas podiam pensar. E Guy Montag apercebeu-se subitamente daquilo que tinha de fazer... De implicações assustadoras, a forma como reconhecemos o nosso mundo naquele que é retratado em Fahrenheit 451 é impressionante.  

Ready Player One de Ernest Cline 



Este é daqueles livros que tem sido muito badalado pela comunidade Booktube e que me deixou bastante curiosa. Não me considero uma geek, por isso não sei se vibrarei muito com as referências culturais, mas o mundo em si parece-me bastante interessante.

It's the year 2044, and the real world is an ugly place.

Like most of humanity, Wade Watts escapes his grim surroundings by spending his waking hours jacked into the OASIS, a sprawling virtual utopia that lets you be anything you want to be, a place where you can live and play and fall in love on any of ten thousand planets.

And like most of humanity, Wade dreams of being the one to discover the ultimate lottery ticket that lies concealed within this virtual world. For somewhere inside this giant networked playground, OASIS creator James Halliday has hidden a series of fiendish puzzles that will yield massive fortune--and remarkable power--to whoever can unlock them.

For years, millions have struggled fruitlessly to attain this prize, knowing only that Halliday's riddles are based in the pop culture he loved--that of the late twentieth century. And for years, millions have found in this quest another means of escape, retreating into happy, obsessive study of Halliday's icons. Like many of his contemporaries, Wade is as comfortable debating the finer points of John Hughes's oeuvre, playing Pac-Man, or reciting Devo lyrics as he is scrounging power to run his OASIS rig.

And then Wade stumbles upon the first puzzle.

Suddenly the whole world is watching, and thousands of competitors join the hunt--among them certain powerful players who are willing to commit very real murder to beat Wade to this prize. Now the only way for Wade to survive and preserve everything he knows is to win. But to do so, he may have to leave behind his oh-so-perfect virtual existence and face up to life--and love--in the real world he's always been so desperate to escape.

A world at stake.
A quest for the ultimate prize.
Are you ready?
It's the year 2044, and the real world is an ugly place.

Like most of humanity, Wade Watts escapes his grim surroundings by spending his waking hours jacked into the OASIS, a sprawling virtual utopia that lets you be anything you want to be, a place where you can live and play and fall in love on any of ten thousand planets.

And like most of humanity, Wade dreams of being the one to discover the ultimate lottery ticket that lies concealed within this virtual world. For somewhere inside this giant networked playground, OASIS creator James Halliday has hidden a series of fiendish puzzles that will yield massive fortune--and remarkable power--to whoever can unlock them.

For years, millions have struggled fruitlessly to attain this prize, knowing only that Halliday's riddles are based in the pop culture he loved--that of the late twentieth century. And for years, millions have found in this quest another means of escape, retreating into happy, obsessive study of Halliday's icons. Like many of his contemporaries, Wade is as comfortable debating the finer points of John Hughes's oeuvre, playing Pac-Man, or reciting Devo lyrics as he is scrounging power to run his OASIS rig.

And then Wade stumbles upon the first puzzle.

Suddenly the whole world is watching, and thousands of competitors join the hunt--among them certain powerful players who are willing to commit very real murder to beat Wade to this prize. Now the only way for Wade to survive and preserve everything he knows is to win. But to do so, he may have to leave behind his oh-so-perfect virtual existence and face up to life--and love--in the real world he's always been so desperate to escape.

A world at stake.
A quest for the ultimate prize.
Are you ready?
 

Unwind de Neal Shusterman


Outro dos livros que conheci através do Youtube e que parece ser o início bastante prometedor de uma série com elementos que, até agora, ainda não encontrei em mais nenhum livro.

Connor, Risa, and Lev are running for their lives.

The Second Civil War was fought over reproductive rights. The chilling resolution: Life is inviolable from the moment of conception until age thirteen. Between the ages of thirteen and eighteen, however, parents can have their child "unwound," whereby all of the child's organs are transplanted into different donors, so life doesn't technically end. Connor is too difficult for his parents to control. Risa, a ward of the state is not enough to be kept alive. And Lev is a tithe, a child conceived and raised to be unwound. Together, they may have a chance to escape and to survive.
 
 

V for Vendetta de Alan Moore


Vi o filme na altura em que saiu e fiquei completamente rendida à sua história. Desde então tenho adiado a compra deste livro pelo simples facto de já conhecer a história, mas a verdade é que quero mesmo muito ler esta graphic novel e compará-la com a adaptação cinematográfica protagonizada por Natalie Portman.


A powerful story about loss of freedom and individuality, V FOR VENDETTA takes place in a totalitarian England following a devastating war that changed the face of the planet.

In a world without political freedom, personal freedom and precious little faith in anything comes a mysterious man in a white porcelain mask who fights political oppressors through terrorism and seemingly absurd acts. It's a gripping tale of the blurred lines between ideological good and evil.

This new trade paperbackedition features the improved production values and coloring from the 2005 hardcover.
 
 

Já tiveram a oportunidade de ler alguns destes livros?

Até ao próximo post e boas leituras :)  

domingo, 26 de janeiro de 2014

Maratonas Literárias: Viagens (In)Esperadas (1)

Às 00h00 do dia 27 de janeiro terá início mais uma maratona literária promovida pelas meninas dos blogs Sonhar de Olhos Abertos e Por Detrás das Palavras. A maratona terminará às 23h59 do dia 31 de janeiro e desta vez o objetivo é ler livros de autores que não conhecemos e apenas as páginas desses livros serão contabilizadas.



Para mim esta é uma oportunidade excelente para ler alguns dos livros que tenho na minha estante e que foram escritos por autores cujo trabalho desconheço. Tendo em conta que temos 5 dias de maratona, vou apenas apontar 2 livros e são eles Os Mágicos de Lev Grossman e El Ruido de las Cosas al Caer de Juan Gabriel Vásquez. Desta forma estarei também a contribuir para alguns dos desafios literários a que aderi este ano :)



E vocês também vão participar?

Até ao próximo post e boas leituras :)

A Rapariga Que Sonhava Com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo de Stieg Larsson

Sinopse

Depois de uma longa estada no estrangeiro, Lisbeth Salander regressa à Suécia e instala-se luxuosamente numa zona nobre da cidade. Mikael Blomkvist, que tentara contactá-la durante meses, sem sucesso, desiste e concentra-se no trabalho. À Millennium chega material para uma notícia explosiva: o jornalista Dag Svensson e a sua companheira Mia Johansson entregam na editora dois documentos que provam o envolvimento de personalidades importantes numa rede de tráfico de mulheres para exploração sexual. Quando Dag e Mia são brutalmente assassinados, todos os indícios recolhidos no local do crime apontam um suspeito: Lisbeth Salander, e a polícia move-lhe uma implacável perseguição. Lisbeth Salander, que está disposta a romper de vez com o passado e a punir aqueles que a prejudicaram, tem agora de provar a sua inocência e só uma pessoa parece disposta a ajudá-la: Mikael Blomkvist que, apesar de todas as evidências, se recusa a acreditar na sua culpabilidade.

A Minha Opinião

Foi com um grande entusiasmo que comecei a ler este livro. Depois de ter lido Os Homens que Odeiam as Mulheres fiquei completamente rendida ao estilo de Stieg Larsson e à personagem de Lisbeth Salander e por isso, não havia como não continuar com esta trilogia.

Contrariamente ao que tem sido apontado por muitos como a parte menos interessante do livro, eu gostei do início da história. Não pensava que Lisbeth desse um corte tão radical na sua relação com Mikael mas, verdade seja dita, tendo em conta a sua forma de ser, também não posso dizer que tenha sido totalmente surpreendente. Achei interessante "vê-la" num contexto completamente diferente daquele que tinha sido criado no primeiro volume da trilogia e também à sua adaptação a um novo estilo de vida, que apesar de simples, não deixava de marcar uma evolução. Lisbeth tinha finalmente a possibilidade de viver de forma despreocupada - pelo menos a nível financeiro - e cuidar daqueles que, para si, eram as pessoas mais importantes da sua vida. Aliás, uma das coisas que mais gostei neste livro foi precisamente o facto de ficarmos a conhecer melhor Lisbeth e o seu passado, mas também por acompanharmos mais de perto o seu crescimento.

Apesar de ter gostado bastante a história e da sua progressão, penso que tinha algumas falhas. Sim, uma temática polémica, um enredo algo intrincado mas bastante cativante e surpreendentes reviravoltas até ao último momento são, em teoria, elementos para criar um grande livro. No entanto, não pude deixar de reparar que a história estava algo desequilibrada, fosse pela atenção dedicada a certos aspetos, fosse pelo destaque atribuído às diferentes personagens. Apesar de a investigação policial ter assumido, durante vários capítulos, um grande destaque, rapidamente passou para segundo plano, chegando-se a um ponto em que quase não havia referências a Bublanski e a Modig. Para além disso, também fiquei com a sensação que a história se perdeu um pouco com personagens menos relevantes e que Lisbeth e Mikael - supostamente as personagens principais - ficaram para trás, algo que, na minha opinião, comprometeu o interesse da história em alguns momentos.

Uma última nota deve ser feita em relação aos vilões deste livro. As revelações em relação a Zala foram, sem dúvida, um dos pontos altos! Já o colosso que era Niedermann impressionava pela sua incrível força e resistência mas, muito sinceramente, penso que acabou por contribuir pouco para história. Não posso dizer que fosse essencial para o seu desenvolvimento, apesar de ter proporcionado momentos de algum interesse. Quanto aos restantes membros do restrito grupo que sabia da existência de Zala, mais uma vez, ajudaram para perceber alguns aspectos relevantes para a progressão da história, mas a sua importância acabou também por ser menor do que aquela que inicialmente esperava.

No geral, e apesar de ter gostado bastante do livro, penso que estas pequenas falhas acabaram por comprometer o ritmo da narrativa e evidenciar os altos e baixos da história. No entanto, e tal como disse anteriormente, o desenvolvimento de Lisbeth é fantástico e apesar de a sua interação com Mikael não ser a mesma que a que vimos em Os Homens que Odeiam as Mulheres, gostei bastante da sua troca de mensagens e, especialmente, da determinação dele em provar a inocência da sua amiga.

Classificação: 4 em 5 estrelas.

Boas leituras e até ao próximo post :)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

#Friday Reads (21)

A semana tem sido mais atarefada do que esperava e por isso as minhas leituras ficaram um pouco para trás. Para este fim de semana o plano é acabar A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo de Stieg Larsson. Vou neste momento na página 494 e faltam-me pouco mais de 100 páginas para terminar este segundo volume da trilogia Millenium. 

Até agora posso dizer que, apesar de estar a gostar bastante do livro, há algumas coisas que não me estão a agradar muito, nomeadamente as quebras no ritmo da história e o facto de, por vezes, não parecer muito equilibrado - refiro-me, essencialmente, às diferentes perspetivas e à relevância que é atribuída a cada uma das personagens.

Depois de terminar este livro ainda não sei se pego de imediato no terceiro, ou se leio outra coisa para não ser tudo tão seguido.

Boas leituras e até ao próximo post :)