quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

TAG: O Livrofone


E mais uma TAG, desta vez traduzida para português pelo José e que me pareceu muito engraçada.
1. Chamada perdida: um livro que não conseguiste acabar de ler.
Intriga em Badgade de Agatha Christie. Único livro da autora que não consegui terminar, apesar das diversas tentativas.

2. Chamada a três: a personagem que mais te fez rir, aquela que mais odeias e aquela que adoras.
Fermín de A Sombra do Vento foi, sem dúvida, a personagem que mais me fez rir. Destesto Bella Swan e Edward Cullen (Twilight) de forma igual, nem sequer dá para escolher entre um deles. Quanto à que adoro, Tyrion Lanister (Guerra dos Tronos)! Uma das melhores personagens de sempre! 

3. Facturas: o preço mais caro que já pagaste por um livro.
Hm penso que andou entre os €22 e os €25 euros. Não indico um livro em particular porque cheguei a comprar mais do que um por esses preços.

4. Interferências: um livro no qual fizeste uma pausa e ao qual voltaste passado algum tempo.
Shining de Stephen King. Fiz uma primeira tentativa quando era mais novinha e na altura não consegui ir para além das 70 páginas. Da segunda vez que lhe peguei, devorei-o e adorei-o!

5. Voice Mail: um livro com frases que estás sempre a dizer.
Hm por acaso não sou muito de citar livros, mas há algumas frases de alguns livros de Agatha Christie que sei e que de vez em quando digo.

6. Toque de chamada: um livro que gostarias de ler e reler várias vezes.
Como penso que aqui a resposta mais comum será Harry Potter, vou responder The Perks of Being a Wallflower. Na verdade, depois de o ter lido da primeira vez, fiquei logo com imensa vontade de relê-lo; o mesmo aconteceu depois de ter visto o filme.

7. Sem rede: um livro que demoraste muito a conseguir.
O Paraíso das Damas de Émile Zola. Queria uma edição em português, mas durante algum tempo não houve nenhuma no mercado.

8. Videochamada: uma personagem que gostavas que existisse.
Hans Hubermann de A Rapariga que Roubava Livros, pelo simples facto de achar que são precisas mais pessoas como ele neste mundo.

9. Smartphone: livro físico ou ebook?
Apesar de ter tablet e de a usar para ler de vez em quando, prefiro o livro físico.

10. Número não disponível: um livro que estás reticente em ler mas que todos já leram.
The Fault in Our Stars de John Green. Apesar de encontrar cada vez mais pessoas que dizem que o livro não é particularmente extraordinário, a maioria das reviews que tenho lido são bastantes positivas e, muito sinceramente, tenho receio de não perceber porque e de achar que simplesmente é sobrevalorizado.
Boas leituras e até ao próximo post :)

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

As Minhas Músicas (5)


 Voz fantástica e uma música que não me deixa indiferente. 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Tag: Livros Opostos

Andava eu a passear alegremente pelos blogs e Youtube quando me deparei com uma TAG que me pareceu engraçada. É a TAG dos Livros Opostos (vídeo original aqui), cujo objetivo é escolher livros da nossa estante que se oponham, de acordo com determinadas categorias. A ideia pareceu-me bastante engraçada e decidi fazê-la aqui no blog.

1 - Primeiro vs Último

 
Indicar o primeiro e o último livro que comprámos com o nosso dinheiro. Foi díficil identificar a minha primeira compra, mas estou segura de que este livro de Agatha Christie foi dos primeiros. Já Cinder, de Marissa Meyer, foi a minha aquisição mais recente.

2 - Barato vs Caro

 
Paguei apenas €1,5 (na verdade, acho que ainda foi menos uns cêntimos porque tive desconto) por Gente Vazia de Brian Keaney, mas, em contrapartida, paguei cerca de €22 por El Juego Del Ángel de Carlos Ruiz Zafón.

3 - Rapaz vs Rapariga


The Maze Runner destaca-se como um dos livros da minha estante em que o protagonista é um rapaz. Já em A Great and a Terrible Beauty, a protagonista é Gemma Doyle, uma adolescente da época vitoriana.

4 - Rápido vs Lento


Não foi por acaso que escolhi dois autores russos para esta categoria. O Jogador foi o primeiro livro de Dostoievski que li e adorei-o. Comecei a lê-lo numa bela tarde de Verão e quando mal dei por mim, estava a umas míseras 20 páginas do final. Resolvi deixá-las para o dia seguinte e por isso demorei apenas 2 dias a lê-lo. Já Doutor Jivago foi uma aventura.Não só não fiquei particularmente fascinada com história, como achei que a narrativa era demasiado arrastada e algo insípida. Não me lembro ao certo quanto tempo demorei a lê-lo, mas penso que foi cerca de 1 mês.

5 - Feio vs Bonito


Duelo de capas. Mais uma vez volto a destacar a capa de O Exorcista como a mais feia da minha coleção. Já a The Hobbit é das minhas preferidas e das mais bonitas da minha estante. Adoro-a e quando a vi este livrinho na FNAC nem pensei duas vezes, tive de trazê-lo comigo!

6 - Nacional vs Estrangeiro 


Apesar de ter outros livros de autores portugueses na minha estante, resolvi destacar O Funeral da Nossa Mãe de Célia Correia Loureiro, por ter sido uma autora que descobri através do Goodreads. Já de autores estrangeiros destaco Stephen King, cuja obra estou ainda a descobrir aos poucos.

7 - Curto vs Longo


Scarlett (sequela de E Tudo o Vento Levou), com as suas 957 páginas, parece um verdadeiro colosso ao lado de La Mécanique du Coeur de Mathias Malzieu, que conta com apenas 177 páginas.

8 - Ficção vs Não Ficção

   
Resolvi juntar estes dois livros pela temática comum, a morte. Heidegger e um Hipopótamo às Portas do Paraíso é um divertido livro de filosofia que aborda este tema de uma maneira bastante interessante, falando das várias teorias filosóficas que se dedicaram a este tema. Crónica de una Muerte Anunciada fascinou-me pela forma como relatou os eventos que culminaram na trágica morte de Santiago Nasar.

9 - Ação vs Romance


Um dos livros de maior ação que tenho na minha estante é, sem dúvida, Battle Royale de Koushun Takami. Gostei bastante deste livro, possivelmente até mais do que The Hunger Games. Já Perfect Chemistry é, possivelmente, dos livros mais lamechas que tenho. Não é dos livros que mais goste mas penso que se encaixa muito bem nesta categoria.

10 - Feliz vs Triste


Finalmente, tínhamos que indicar um livro que nos tivesse deixado feliz e outro que, por alguma razão, tivessemos considerado mais triste. Anna and The French Kiss foi, sem dúvida, um livro que me fez sorrir várias vezes, não só porque tem uma história e personagens fofinhas, mas também porque me parece ser um dos tipícos feel good books. Apesar de A Rapariga que Roubava Livros ser um dos meus livros preferídos e de a sua história ser fantástica, não posso deixar de reconhecer que é também incrivelmente triste e que não pude controlar as lágrimas em certos momentos. No entanto, é um livro excelente e que vale a pena ler!

Espero que tenham gostado :) 

Até ao próximo post e bos leituras :)

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Balanço Leituras: Janeiro

Findo o primeiro mês de 2014, chega a altura de fazer o balanço das minhas leituras.

Em Janeiro li um total de 12 livros, dois dos quais transitaram de Dezembro.




  • O Despertar da Magia de George R. R. Martin: 4º volume da série e que, em minha opinião, foi um pouco melhor que o 3º. Comecei a ler este livro na última semana de Dezembro mas apenas consegui terminá-lo no início deste mês. Review aqui.
  • The Next America de Don A. Holbrook: livro interessante que propõe uma série de medidas que poderiam auxiliar os EUA na sua recuperação económica após a crise económica de 2008. Algumas das medidas poderiam ser aplicadas a outros estados, ainda que com as devidas adaptações. No entanto, penso que a grande falha deste livro era considerar que os EUA deveria ser um modelo a seguir em tudo, algo que discordo. Também foi um dos livros que iniciei em Dezembro mas que apenas consegui terminar no início de Janeiro.

  • Death Note de Tsugumi Ohba (últimos 6 volumes): uma das minhas resoluções para 2014 era terminar esta saga e por isso reservei uns dias de Janeiro para ler os últimos 6 volumes. Review aqui.

  • The Trail de Terry Dwyer: relato da viagem empreendida pelo autor nos anos 70 cujo objetivo era ir desde a Austrália até à Europa por terra. No geral é um livro com algum interesse mas que está longe de ser brilhante (ou de estar bem escrito).
  • A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo: podem ler a minha review deste livro aqui
  • Os Mágicos de Lev Grossman: sem dúvida a desilusão do mês. Review aqui.
  • Marina de Carlos Ruiz Záfon: livro que li no início do mês. Review aqui.
Relativamente aos desafios literários a que aderi este ano, eis o meu progresso:
  • Desafio 5x5: completei dois objetivos. Terminei a saga Death Note, contribuindo assim para a categoria das sequelas e li Os Mágicos de Lev Grossman, autor que integrava a minha lista de 5 novos autores.
  • Desafio A a Z: para este desafio li quatro livros, sendo eles Marina, A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo, Os Mágicos e os volumes de Death Note.
  • Mount TBR: li dois livros para este desafio e foram eles Os Mágicos e o segundo volume da trilogia Millenium criada por Stieg Larsson. 
No geral foi um mês bastante positivo e que superou largamente as minhas expetativas, não só pelos livros lidos, como pelos avanços a nível dos desafios literários.

Boas leituras e até ao próximo post :)


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Os Mágicos de Lev Grossman

Sinopse

Quentin Coldwater, um aluno do liceu intelectualmente precoce, foge ao tédio da vida diária lendo e relendo uma série de livros de fantasia passados num país encantado chamado Fillory. Como toda a gente, o jovem parte do princípio de que a magia não é real, até que se vê de repente admitido num colégio de magia muito secreto e muito exclusivo, a norte de Nova Iorque. Ao atravessar uma viela de Brooklyn, no Inverno, Quentin vê-se, em pleno fim de Verão, nos terrenos do idílico Colégio de Pedagogia Mágica de Brakebills e depois de passar por um difícil exame de admissão, inicia um complicado e rigoroso curso de feitiçaria moderna, ao mesmo tempo que descobre as alegrias da vida escolar: amizade, amor, sexo e bebida. Porém, falta-lhe qualquer coisa. Ao mesmo tempo que aprende a lançar feitiços, a transformar-se em animal e a adquirir poderes com que nunca sonhara, Quentin descobre que a magia não lhe dá a felicidade e a aventura com que sonhava.

A Minha Opinião

Pensava, talvez ingenuamente, que enquanto fã de Harry Potter, Os Mágicos seria o livro ideal para mim. As semelhanças estavam lá - rapaz insatisfeito com o mundo real que é aceite para uma escola de magia (é-vos familiar?) - e a inclusão de alguns elementos que tornavam, aparentemente, a história mais adulta, aliciou-me bastante. No entanto, e tal como explicarei ao longo desta review, fiquei desapontada (e um pouco irritada) com este livro.

Começando pelos aspetos positivos. O livro encontra-se dividido em 4 partes e a primeira é, sem dúvida, a melhor. Durante esta fase, Quentin inicia a sua formação mágica em Brakebills e temos a oportunidade de acompanhá-lo nas suas aulas e no seu dia a dia com os seus colegas (algo excêntricos, devo admitir). Foi a parte que mais se aproximou da magia que existia em Harry Potter. Era impossível não associar ao ambiente e ritmo de Hogwarts e o grupo de amigos - Quentin, Alice, Elliot, Janet e Josh - fez-me lembrar, em certos momentos, Harry, Ron e Hermione.

No entanto, mesmo em relação a esta fase da história, tenho de apontar alguns defeitos. No início ainda percebi a permanente insatisfação de Quentin e a sua necessidade de sair da rotina a que a sua vida se encontrava presa. No entanto, em Brakebills, essa atitude mantém-se, mesmo quando exposto a coisas que, na realidade, deveriam tirá-lo desse estado de espírito. No entanto, se este fosse o único problema a registar, eu até teria conseguido apreciar o resto da história. O pior é que também os amigos de Quentin padeciam do mesmo mal, mostrando-se especialmente apologistas do método de afogar as mágoas (acho que nem sequer se deva falar em mágoas, mas enfim) com todo o tipo de álcool a que conseguissem deitar as mãos. A história chegou a um ponto em que se centrava mais no tipo de vinho que estavam a beber do que propriamente nas aulas ou no que estavam a estudar. 

Infelizmente, esta tendência continuou depois na segunda parte. Aqui as personagens já não se limitavam a consumir quantidades desmesuradas de álcool, optando por também experimentar todo o tipo de drogas a que tinham acesso. Resultado: um grupo de adultos irritantes que se comportavam como fedelhos mimados e que achavam que tudo era permitido, dado que essa é que era a verdadeira forma de aproveitar a vida. 

O único sinal de recuperação da história surgiu com a sua ida a Fillory (já na terceira parte do livro). Nesta altura já estava farta das imbecilidades das personagens, mas ainda assim consegui achar alguma piada à sua aventura. No entanto, penso que apesar dos elementos mais fantasiosos, a história não conseguiu prender a minha atenção e ficou longe de me encantar. Para além disso, achei que nesta fase o cruzamento de mundos acabou por ser um pouco confusa em certos momentos e muito pouco apelativa.

Penso, muito sinceramente, que a última parte foi aquela em que deixei de estar tão irritada com Quentin (apesar de ele continuar insatisfeito com a sua vida). Parecia ter amadurecido um pouco e não estar tão preso a infantilidades, tal como tinha acontecido durante praticamente toda a história. 

No geral, este livro foi uma desilusão. Penso que quem pega nesta história pensando que é uma espécie de continuação da magia de Harry Potter, mas agora num contexto mais adulto, ficará igualmente desiludido. É, essencialmente, uma história de pessoas imaturas, que bebem demasiado e que passam maior parte do tempo alcoolizados ou ressacados e que pensam que têm o direito de agir como lhes apetece, simplesmente porque são mágicos e porque não têm que lidar com preocupações mundanas como dinheiro. Para além disso, Quentin é, possivelmente, a personagem mais irritante que alguma vez encontrei num livro, fosse pela sua permanente insatisfação com o mundo, pelas suas crises existenciais ou pelo simples facto de ser um egocêntrico que apenas pensava em sí e que ignorava por completo os sentimentos dos que o rodeavam.

Em suma, um livro que dificilmente recomendo. Dou-lhe 2,5 estrelas pelo simples facto de ter gostado da parte de Brakebills, porque de outra forma daria menos.


Maratona Literária Viagens (In)Esperadas: desafio 5 e Balanço Final





O 5º e último desafio consistia, muito simplesmente, em falar dos autores que tínhamos descoberto durante esta maratona e falar dos que mais tínhamos gostado.

Uma vez que os meus planos para esta maratona sairam um pouco furados, apenas fiquei a conhecer o trabalho de Lev Grossman e, infelizmente, não fiquei convencida. Estava com algumas expectativas em relação a Os Mágicos e queria mesmo muito gostar da história, mas este livro acabou por se revelar uma verdadeira desilusão. Ainda hoje colocarei a minha review do livro.

Assim sendo, o meu balanço final desta maratona é de 375 páginas. Li apenas um dos livros do meu plano para esta maratona, mas fico satisfeita por ter conseguido acabá-lo.

Boas leituras e até ao próximo post :)

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Maratona Literária Viagens (In)Esperadas

Para este desafio temos de apresentar a personagem principal do livro e depois escolher um actor que pudesse interpretá-la num filme.

Quando o livro começa, Quentin está a preparar-se para ir para a Universidade. Quando ele se dirigia a casa de um entrevistador para tentar entrar numa Universidade de prestigio, Quentin recebe um convite para fazer um teste na escola de Brakebills, uma escola de magia. Dado o seu fascínio por uma saga juvenil de fantasia chamada Fillory and Further, o rapaz fica bastante entusiasmado, porque para ele isso significa que a sua vida poderá tornar-se mais interessante. No entanto, Quentin é um insatisfeito crónico, independentemente do que faça, e isso leva-o a algumas crises existenciais, a fastar-se por completo dos seus pais e a ignorar os sentimentos dos que o rodeiam. Acaba por ser um pouco egocêntrico e por colocar as suas necessidade à frente das dos outros, considerando-se sempre um incompreendido. 

Penso que este papel poderia ser interpretado por David Lambert (participou em The Lifegaurd com Kirsten Bell). Não sei exatamente explicar porquê, mas parece-me que ele se enquadraria bem neste papel.





Até ao próximo post e boas leituras :)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Maratona Literária Viagens (In)Esperadas: Desafio 3

Para este desafio, a ideia era mostrar o livro que estamos a ler neste momento e o que utilizamos para marcar as páginas.





O livro é o mesmo desde o início da maratona. Já li mais de metade mas, infelizmente, acabei por ter menos tempo livre durante esta semana e por isso a leitura ficou um pouco atrasada.

Quanto ao separador, comprei-o em Barcelona e é uma representação animada da estátua de Cristóvão Colombo que se encontra no fundo de La Rambla, junto à marina. Neste momento é um dos meus separadores preferidos e tem sido aquele que me tem acompanhado nestes últimos tempos.

Até ao próximo post e boas leituras :)

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Maratona Literária Viagens (In)Esperadas: Desafio 2

O segundo desafio da maratona literária Viagens (In)Esperadas consistia em apresentar o autor do que livro que estamos a ler.

Lev Grossman

Nascido em 1969 e filho de dois professores de Inglês, Lev Grossman completou os seus estudos de literatura, mas rapidamente se apercebeu de que a sua verdadeira paixão era escrever.

Publicou Warp em 1997, mas é em 2004 que publica o seu primeiro best-seller, Codex (em português, O Códice Secreto). Em 2009 publica The Magicians (Os Mágicos, livro que estou neste momento a ler) que entrou no top do New York Times e foi considerado como um dos melhores livros de 2009. 

Para além disso, desde 1997 que o autor escreve para algumas publicações de renome, nomeadamente para a revista Time, tendo-se tornadp num crítico bastante respeitado.


Até ao próximo post e boas leituras :)


As Minhas Músicas (4)

Apesar de não ser grande fã de Beyoncé, este novo trabalho desperta-me algum interesse. A cantora parece ter assumido um rumo algo distinto daquele a que nos tinha habituado até agora -o que, na minha opinião, foi uma mudança bem vinda - e, pela primeira vez, fiquei entusiasmada com as suas músicas. Outros ritmos, outro tipo de letras e de mensagens pontuam este novo trabalho e daí destaco XO, uma música que já passa nas rádios e que me tem acompanhado durante as últimas semanas.


Espero que gostem e até ao próximo post :)

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Maratona Literária: Viagens (In)Esperadas Desafio 1




O primeiro desafio da maratona literária Viagens (In)Esperadas consistia em abrir numa página à sorte do livro que estamos a ler neste momento e escrever a primeira frase e esta foi a que eu encontrei, ao acaso, na página 228 do livro Os Mágicos de Lev Grossman.

Quentin tentou gostar dele porque toda a gente gostava e seria mais simples, mas o homem era sério de mais; não era estúpido, mas não tinha sentido de humor - as piadas passavam-lhe ao lado, fazendo com que a conversa parasse para que alguém, geralmente Janet, lhe explicasse por que razão estavam todos a rir, e então ele juntava as espessas sombrancelhas, consternado com os estranhos hábitos humanos dos seus companheiros.

Boas leituras e até ao próximo post ;)

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

5 Livros a Ler em 2014

À semelhança do que já tinha publicado a propósito dos autores cuja obra quero descobrir em 2014, decidi também destacar os 5 livros que gostaria de ler este ano. Alguns deles têm estado na minha wishlist já há algum tempo mas, por uma razão ou por outra, acabaram por nunca ser adquiridos. No entanto, irei também indicar alguns livros que são mais recentes e que são, essencialmente, livros que conheci através da comunidade Booktube e que me pareceram bastante interessantes.

Rebecca de Daphne du Maurier



Livro que já mencionei algumas vezes aqui no blog e que quero mesmo muito ler. Para além disso, o facto de a adaptação cinematográfica ser de Hicthcock também tem contribuído para o crescimento do meu interesse nesta história.

Publicado em 1938, Rebecca é talvez o romance por que Daphne du Maurier é hoje mais lembrada. Ao lê-lo entramos numa atmosfera onírica, sombria, alimentada por segredos que os códigos sociais obrigam a permanecer ocultos e que se concentram na misteriosa mansão Manderley. É para esta mansão que a narradora, uma jovem humilde, vai viver com o viúvo Maxim de Winter, ao aceitar o seu pedido de casamento. Mas então descobre que a memória da falecida esposa, Rebecca, se encontra ainda viva e que esta era tudo o que ela nunca será. À medida que o enredo se desenvolve, ela terá de redefinir a sua identidade num cenário em que os sonhos ameaçam tornar-se pesadelos… 

Fahrenheit 451de Ray Bradbury 



Clássico distopiano que já há bastante tempo quero ler. Depois de ter lido 1984 de George Orwell e Brave New World de Aldous Huxley, este parece-me o complemento perfeito à minha lista de clássicos dentro deste estilo.

O sistema era simples. Toda a gente compreendia. Os livros deviam ser queimados, juntamente com as casas onde estavam escondidos... Guy Montag era um bombeiro cuja tarefa consistia em atear fogos, e gostava do seu trabalho. Era bombeiro há dez anos e nunca questionara o prazer das corridas à meia-noite nem a alegria de ver páginas consumidas pelas chamas... Nunca questionara nada até conhecer uma rapariga de dezassete anos que lhe falou de um passado em que as pessoas não tinham medo. E depois conheceu um professor que lhe falou de um futuro em que as pessoas podiam pensar. E Guy Montag apercebeu-se subitamente daquilo que tinha de fazer... De implicações assustadoras, a forma como reconhecemos o nosso mundo naquele que é retratado em Fahrenheit 451 é impressionante.  

Ready Player One de Ernest Cline 



Este é daqueles livros que tem sido muito badalado pela comunidade Booktube e que me deixou bastante curiosa. Não me considero uma geek, por isso não sei se vibrarei muito com as referências culturais, mas o mundo em si parece-me bastante interessante.

It's the year 2044, and the real world is an ugly place.

Like most of humanity, Wade Watts escapes his grim surroundings by spending his waking hours jacked into the OASIS, a sprawling virtual utopia that lets you be anything you want to be, a place where you can live and play and fall in love on any of ten thousand planets.

And like most of humanity, Wade dreams of being the one to discover the ultimate lottery ticket that lies concealed within this virtual world. For somewhere inside this giant networked playground, OASIS creator James Halliday has hidden a series of fiendish puzzles that will yield massive fortune--and remarkable power--to whoever can unlock them.

For years, millions have struggled fruitlessly to attain this prize, knowing only that Halliday's riddles are based in the pop culture he loved--that of the late twentieth century. And for years, millions have found in this quest another means of escape, retreating into happy, obsessive study of Halliday's icons. Like many of his contemporaries, Wade is as comfortable debating the finer points of John Hughes's oeuvre, playing Pac-Man, or reciting Devo lyrics as he is scrounging power to run his OASIS rig.

And then Wade stumbles upon the first puzzle.

Suddenly the whole world is watching, and thousands of competitors join the hunt--among them certain powerful players who are willing to commit very real murder to beat Wade to this prize. Now the only way for Wade to survive and preserve everything he knows is to win. But to do so, he may have to leave behind his oh-so-perfect virtual existence and face up to life--and love--in the real world he's always been so desperate to escape.

A world at stake.
A quest for the ultimate prize.
Are you ready?
It's the year 2044, and the real world is an ugly place.

Like most of humanity, Wade Watts escapes his grim surroundings by spending his waking hours jacked into the OASIS, a sprawling virtual utopia that lets you be anything you want to be, a place where you can live and play and fall in love on any of ten thousand planets.

And like most of humanity, Wade dreams of being the one to discover the ultimate lottery ticket that lies concealed within this virtual world. For somewhere inside this giant networked playground, OASIS creator James Halliday has hidden a series of fiendish puzzles that will yield massive fortune--and remarkable power--to whoever can unlock them.

For years, millions have struggled fruitlessly to attain this prize, knowing only that Halliday's riddles are based in the pop culture he loved--that of the late twentieth century. And for years, millions have found in this quest another means of escape, retreating into happy, obsessive study of Halliday's icons. Like many of his contemporaries, Wade is as comfortable debating the finer points of John Hughes's oeuvre, playing Pac-Man, or reciting Devo lyrics as he is scrounging power to run his OASIS rig.

And then Wade stumbles upon the first puzzle.

Suddenly the whole world is watching, and thousands of competitors join the hunt--among them certain powerful players who are willing to commit very real murder to beat Wade to this prize. Now the only way for Wade to survive and preserve everything he knows is to win. But to do so, he may have to leave behind his oh-so-perfect virtual existence and face up to life--and love--in the real world he's always been so desperate to escape.

A world at stake.
A quest for the ultimate prize.
Are you ready?
 

Unwind de Neal Shusterman


Outro dos livros que conheci através do Youtube e que parece ser o início bastante prometedor de uma série com elementos que, até agora, ainda não encontrei em mais nenhum livro.

Connor, Risa, and Lev are running for their lives.

The Second Civil War was fought over reproductive rights. The chilling resolution: Life is inviolable from the moment of conception until age thirteen. Between the ages of thirteen and eighteen, however, parents can have their child "unwound," whereby all of the child's organs are transplanted into different donors, so life doesn't technically end. Connor is too difficult for his parents to control. Risa, a ward of the state is not enough to be kept alive. And Lev is a tithe, a child conceived and raised to be unwound. Together, they may have a chance to escape and to survive.
 
 

V for Vendetta de Alan Moore


Vi o filme na altura em que saiu e fiquei completamente rendida à sua história. Desde então tenho adiado a compra deste livro pelo simples facto de já conhecer a história, mas a verdade é que quero mesmo muito ler esta graphic novel e compará-la com a adaptação cinematográfica protagonizada por Natalie Portman.


A powerful story about loss of freedom and individuality, V FOR VENDETTA takes place in a totalitarian England following a devastating war that changed the face of the planet.

In a world without political freedom, personal freedom and precious little faith in anything comes a mysterious man in a white porcelain mask who fights political oppressors through terrorism and seemingly absurd acts. It's a gripping tale of the blurred lines between ideological good and evil.

This new trade paperbackedition features the improved production values and coloring from the 2005 hardcover.
 
 

Já tiveram a oportunidade de ler alguns destes livros?

Até ao próximo post e boas leituras :)  

domingo, 26 de janeiro de 2014

Maratonas Literárias: Viagens (In)Esperadas (1)

Às 00h00 do dia 27 de janeiro terá início mais uma maratona literária promovida pelas meninas dos blogs Sonhar de Olhos Abertos e Por Detrás das Palavras. A maratona terminará às 23h59 do dia 31 de janeiro e desta vez o objetivo é ler livros de autores que não conhecemos e apenas as páginas desses livros serão contabilizadas.



Para mim esta é uma oportunidade excelente para ler alguns dos livros que tenho na minha estante e que foram escritos por autores cujo trabalho desconheço. Tendo em conta que temos 5 dias de maratona, vou apenas apontar 2 livros e são eles Os Mágicos de Lev Grossman e El Ruido de las Cosas al Caer de Juan Gabriel Vásquez. Desta forma estarei também a contribuir para alguns dos desafios literários a que aderi este ano :)



E vocês também vão participar?

Até ao próximo post e boas leituras :)

A Rapariga Que Sonhava Com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo de Stieg Larsson

Sinopse

Depois de uma longa estada no estrangeiro, Lisbeth Salander regressa à Suécia e instala-se luxuosamente numa zona nobre da cidade. Mikael Blomkvist, que tentara contactá-la durante meses, sem sucesso, desiste e concentra-se no trabalho. À Millennium chega material para uma notícia explosiva: o jornalista Dag Svensson e a sua companheira Mia Johansson entregam na editora dois documentos que provam o envolvimento de personalidades importantes numa rede de tráfico de mulheres para exploração sexual. Quando Dag e Mia são brutalmente assassinados, todos os indícios recolhidos no local do crime apontam um suspeito: Lisbeth Salander, e a polícia move-lhe uma implacável perseguição. Lisbeth Salander, que está disposta a romper de vez com o passado e a punir aqueles que a prejudicaram, tem agora de provar a sua inocência e só uma pessoa parece disposta a ajudá-la: Mikael Blomkvist que, apesar de todas as evidências, se recusa a acreditar na sua culpabilidade.

A Minha Opinião

Foi com um grande entusiasmo que comecei a ler este livro. Depois de ter lido Os Homens que Odeiam as Mulheres fiquei completamente rendida ao estilo de Stieg Larsson e à personagem de Lisbeth Salander e por isso, não havia como não continuar com esta trilogia.

Contrariamente ao que tem sido apontado por muitos como a parte menos interessante do livro, eu gostei do início da história. Não pensava que Lisbeth desse um corte tão radical na sua relação com Mikael mas, verdade seja dita, tendo em conta a sua forma de ser, também não posso dizer que tenha sido totalmente surpreendente. Achei interessante "vê-la" num contexto completamente diferente daquele que tinha sido criado no primeiro volume da trilogia e também à sua adaptação a um novo estilo de vida, que apesar de simples, não deixava de marcar uma evolução. Lisbeth tinha finalmente a possibilidade de viver de forma despreocupada - pelo menos a nível financeiro - e cuidar daqueles que, para si, eram as pessoas mais importantes da sua vida. Aliás, uma das coisas que mais gostei neste livro foi precisamente o facto de ficarmos a conhecer melhor Lisbeth e o seu passado, mas também por acompanharmos mais de perto o seu crescimento.

Apesar de ter gostado bastante a história e da sua progressão, penso que tinha algumas falhas. Sim, uma temática polémica, um enredo algo intrincado mas bastante cativante e surpreendentes reviravoltas até ao último momento são, em teoria, elementos para criar um grande livro. No entanto, não pude deixar de reparar que a história estava algo desequilibrada, fosse pela atenção dedicada a certos aspetos, fosse pelo destaque atribuído às diferentes personagens. Apesar de a investigação policial ter assumido, durante vários capítulos, um grande destaque, rapidamente passou para segundo plano, chegando-se a um ponto em que quase não havia referências a Bublanski e a Modig. Para além disso, também fiquei com a sensação que a história se perdeu um pouco com personagens menos relevantes e que Lisbeth e Mikael - supostamente as personagens principais - ficaram para trás, algo que, na minha opinião, comprometeu o interesse da história em alguns momentos.

Uma última nota deve ser feita em relação aos vilões deste livro. As revelações em relação a Zala foram, sem dúvida, um dos pontos altos! Já o colosso que era Niedermann impressionava pela sua incrível força e resistência mas, muito sinceramente, penso que acabou por contribuir pouco para história. Não posso dizer que fosse essencial para o seu desenvolvimento, apesar de ter proporcionado momentos de algum interesse. Quanto aos restantes membros do restrito grupo que sabia da existência de Zala, mais uma vez, ajudaram para perceber alguns aspectos relevantes para a progressão da história, mas a sua importância acabou também por ser menor do que aquela que inicialmente esperava.

No geral, e apesar de ter gostado bastante do livro, penso que estas pequenas falhas acabaram por comprometer o ritmo da narrativa e evidenciar os altos e baixos da história. No entanto, e tal como disse anteriormente, o desenvolvimento de Lisbeth é fantástico e apesar de a sua interação com Mikael não ser a mesma que a que vimos em Os Homens que Odeiam as Mulheres, gostei bastante da sua troca de mensagens e, especialmente, da determinação dele em provar a inocência da sua amiga.

Classificação: 4 em 5 estrelas.

Boas leituras e até ao próximo post :)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

#Friday Reads (21)

A semana tem sido mais atarefada do que esperava e por isso as minhas leituras ficaram um pouco para trás. Para este fim de semana o plano é acabar A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo de Stieg Larsson. Vou neste momento na página 494 e faltam-me pouco mais de 100 páginas para terminar este segundo volume da trilogia Millenium. 

Até agora posso dizer que, apesar de estar a gostar bastante do livro, há algumas coisas que não me estão a agradar muito, nomeadamente as quebras no ritmo da história e o facto de, por vezes, não parecer muito equilibrado - refiro-me, essencialmente, às diferentes perspetivas e à relevância que é atribuída a cada uma das personagens.

Depois de terminar este livro ainda não sei se pego de imediato no terceiro, ou se leio outra coisa para não ser tudo tão seguido.

Boas leituras e até ao próximo post :)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Death Note de Tsugumi Ohba

Sinopse

Light Yagami is an ace student with great prospects - and he's bored out of his mind. But all that changes when he finds the Death Note, a notebook dropped by a rogue Shinigami death god. Any human whose name is written in the notebook dies, and now Light has vowed to use the power of the Death Note to rid the world of evil. But when criminals begin dropping dead, the authorities send the legendary detective L to track down the killer. With L hot on his heels, will Light lose sight of his noble goal...or his life?

A Minha Opinião

Já anteriormente tinha feito pequenas reviews de alguns dos volumes desta série (poderão lê-las aqui e aqui), mas agora que terminei esta saga, achei que seria preferível juntar todas as minhas impressões num único post.

Esta foi a primeira série de manga que li desde o princípio até ao fim. Já tinha experimentado outras sagas, mas nenhuma me tinha despertado o mesmo interesse que Death Note. 

Desde logo saliento o facto de ter personagens como Light e L, rapazes incrivelmente inteligentes, intrigantes e algo complexos. Em certa medida são muito semelhantes, daí que consigam acompanhar os raciocínios um do outro sem grande dificuldade, mas por outro também acabam por ser totalmente diferentes. Light tem um particular sentido de justiça e a ambição de criar um mundo perfeito, livre de criminosos e de comportamentos indevidos, são influenciam a forma como utiliza os poderes do Death Note. Já L acaba por ser uma personagem marcante pelas suas peculiaridades e pelo seu comportamento invulgar. A dinâmica entre estas duas personagens foi, sem dúvida, um dos elementos de destaque desta série, especialmente pela forma como tentavam antecipar o que outro iria fazer ou reagir.

Também gostei do facto de esta saga ir para além do puro entretenimento e de, na realidade, me ter feito pensar. Penso que é uma história que acaba por suscitar questões interessantes, nomeadamente pelo comportamento de Light, pela forma como ele encara os poderes do Death Note e como tal influencia o seu crescimento enquanto personagem. Creio que essa vertente acabou por contribuir para a complexidade da história e para que se tornasse tão viciante.

Quanto à série no seu todo, penso que os 7 primeiros volumes são, claramente, os melhores, tendo notado um certo declínio na qualidade e no interesse da história nos volumes que se seguiram. Penso que a introdução de novas personagens numa fase tão tardia acabou por não resultar. Não me senti particularmente fascinada por Near ou por Mello - na realidade, achei-os um pouco irritantes - e a criação de um triângulo amoroso entre Light, Amane e Takada pareceu-me um pouco despropositado. Muito sinceramente, acho que a historia recuou um pouco entre os volumes 8-10, parecendo, inclusivamente, que estavamos a voltar à premissa dos primeiros livros da saga. A história parecia já demasiado circular, algo que também se poderia dizer quanto às trocas de ideias entre Near e Light.
No geral, dou a esta saga estrelas. Tal como referi, os últimos volumes acabaram por prejudicar a história, apesar de o final me ter parecido adequado, tendo em conta a forma como as coisas progrediram. Apesar do tema da série não ser particularmente leve, havia alguns momentos com um certo humor e personagens engraçadas, nomedamente Amane e Ryuk. 

Esta é, sem dúdiva, uma saga que recomendo mesmo a quem não é particularmente fã de mangas, porque a história é realmente bastante boa e, no geral, está bem desenvolvida.

Até ao próximo post e boas leituras :)


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

As Minhas Músicas (3)

Hoje trago-vos uma música que não é recente mas que é uma daquelas a que acabo por voltar com alguma regularidade.



É da Janelle Monáe e chama-se Cold War, retirada do seu primeiro álbum The ArchAndroid. Adoro o trabalho desta cantora e este seu álbum é, sem dúvida, um dos meus preferidos. Acho que a criatividade de Janelle Monáe é simplesmente fantástica. Conseguiu criar um álbum que, desde o início, me deu a sensação de que não era simplesmente um CD de música, mas uma verdadeira banda sonora de uma história que apenas poderia ser fantástica. Para meu espanto, e depois de me ter deliciado durante pouco mais de 1 hora com o seu álbum, descobri que, efetivamente, a cantora o tinha criado com base numa história por si inventada (estilo fição científica, muito futurista). Achei que isto demonstrava o grande talento de Monáe, pois conseguiu dar precisamente essa sensação a alguém que não sabe, de antemão, que há uma história por trás de todas aquelas músicas. Para quem não conhece The ArchAndroid aconselho a dar um saltinho pelo Youtube e a explorar um pouco mais este CD.


Até ao próximo post e boas leituras :)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

5 Autores a Conhecer em 2014

Há autores cujas obras me despertam alguma curiosidade já há algum tempo mas que, por uma razão ou por outra, acabam por ser postos de lado. Não é que não tenha vontade de pegar nos seus livros, mas às vezes acabam por se sobrepor outras leituras e esses acabavam por ficar para trás.

Este ano decidi que teria de, pelo menos, de estes 5 autores.

Patrick Ness

Autor que já referi algumas vezes aqui no blog (eu sei, repetitiva!) mas é realmente um autor cuja obra me desperta bastante curiosidade, não pela Chaos Walking Trilogy, mas também por A Monster Calls e, mais recentemente, More Than This.




Neil Gaiman

Um autor cuja obra me tinha passado completamente despercebida até agora mas que, aparentemente, não só tem já bastantes coisas publicadas, como estas são ainda bastante variadas. Para além disso, parece ser um autor bastante elogiado; todas as reviews que leio dos seus livros são bastante positivas.



John Green
 
Autor que parece deslumbrar os mais jovens - especialmente entre os 16 e os 24 anos - e que era uma perfeito desconhecido para mim até há cerca de um ano. Também é um autor bastante elogiado, apesar de algumas obras já terem sido criticadas por apelarem demasiado à lágrima.


Khaled Hosseini
 
Apesar de já há algum tempo ter os livros deste autor na minha wishlist, até agora ainda não tive a oportunidade de os ler. Gostaria de começar por The Kite Runner e depois então - e caso goste do seu estilo - continuar a explorar as suas restantes obras.
 
 


Daphne du Maurier

Este é aquele que até tenho alguma vergonha em admitir. Nunca li nada desta autora apesar de sempre ter tido imensa curiosidade em relação a Rebecca. Por isso, deste ano não poderá passar! Ainda para mais quando toda a gente elogia o estilo da autora e se rende às suas histórias.

  (gosto bastante desta coleção!)

Já leram livros escritos por algum destes autores? O que é que acharam?

Até ao próximo post e boas leituras :)